
Bill e Tom Kaulitz ... Amor de Irmãos
Entrevista da BRAVO aos Gêmeos Kaulitz: "Queremos morrer juntos"
O seu novo single “Spring Nicht” produto de pânico das fãs dos Tokio Hotel, porque o Bill se atirava de um telhado. O que o vídeo nos ensina é que: se o Bill se atirasse de um telhado o seu irmão Tom estaria ao seu lado. Será que o seu amor de irmãos é assim tão grande? Na BRAVO os dois rapazes de 17 anos falam pela primeira vez porque se um deles morresse o outro não poderia continuar vivo...
BRAVO: O que é especial na relação de vocês?
TOM: Somos tão diferentes, mas às vezes iguais. Não parecemos gêmeos. Mas somos irmãos de alma. Quando olho para o Bill sei logo o que ele está pensando. Eu sinto quando ele tem um problema. Também quando ele não está ao pé de mim.
BILL: Não temos esta relação com mais ninguém, só nós os dois.
BRAVO: Cada um dá a sua imagem a pessoas totalmente diferentes e também se vestem totalmente diferentes... Em que parte da personalidade vocês se sentem iguais?
BILL: Nós os dois somos muito teimosos!
TOM: Somos também muito perseverantes. Quando metemos uma coisa na cabeça, fazemos tudo para conseguir.
BILL: Aparte disso gostamos os dois de pizza e odiamos brócolis. Mas o que a mim mais me importa é que nos podemos rir juntos. Muitas das vezes só temos que olhar um para o outro...
BRAVO: E que diferenças há no vosso caráter?
TOM: Eu sou mais fixe, não tomo as coisas tão a peito. Eu penso mais nas decisões. O Bill ao contrário toma as decisões mais espontâneas.
BRAVO: Qual é a única coisa que não fazem juntos?
BILL: Tomar banho, dar banho e tomar banho (ri-se). E já está.
BRAVO: Ficam com saudades quando não estão juntos?
TOM: Sim, muitas. Quando tínhamos seis anos estivemos num acampamento horrível, com tendas e isso. O Bill queria ir para casa e acabou por ir...
BILL: Que mentiroso! A nossa mãe teve que ir buscar o Tom, eu fiquei mais uma semana no acampamento.
TOM: Que treta! Bem a questão é que estivemos separados e tivemos muitas saudades um do outro. Ficamos muito contentes quando nos vimos outra vez!
BRAVO: Há concorrência entre vocês?
TOM: Hoje já não. Mas quando éramos pequenos havia. Eu aprendi a nadar e a andar de bicicleta antes do Bill.
BILL: Porra, ainda continua orgulhoso disso!
TOM: O Bill hoje em dia ainda não sabe nenhuma das duas coisas... Quando era pequeno também estava ciumento por eu ter mais namoradas. Mas hoje e dia já o aceitou (ri-se).
BRAVO: Agora o Bill está mais ligado ao público que tu. Tens algum problema com isso?
TOM: desde que eu tenha mais raparigas, está tudo bem... (ri-se).
BRAVO: Bill porque é que está orgulhoso do seu irmão?
BILL: O Tom é um magnífico guitarrista, e isto porque trabalha duro para poder chegar mais longe. Também estou orgulhoso dele porque é o irmão que todo mundo gostaria de ter. Confio nele a 100%.
BRAVO: Tom, e você porque é que está orgulhoso do Bill?
TOM: O Bill está mais ligado ao público que eu e fascina-me muito o fato de ele levar a pressão tão bem. E acima de tudo posso confiar nele e posso-lhe contar tudo.
BRAVO: Preocupa-se muitas vezes com o Bill?
TOM: Sim, o Bill fica doente muito rapidamente. Acho que a todos os cantores acontece o mesmo. Tenho medo que ele não consiga agüentar a nossa tour tão larga. Por isso muitas vezes vou á cozinha e faço-lhe chás quentinhos.
BRAVO: E cuidam um do outro quando os vossos pais não estão em casa?
TOM: Sim, nas tours digo sempre ao Bill: Põe a blusa de gola alta e esta noite não saia na rua!
BILL: O cantor é o membro mais importante do grupo. Os outros podem estar a tocar quando estão constipados, eu não. Por isso todos se preocupam por mim. Mas quando o Tom está doente também cuido dele.
BRAVO: O Tom dá uma imagem de ser muito chulo, fixe, mulherengo. Pode chegar a ser tão emocional como o Bill?
BILL: O Tom tem o seu ponto sensível. Ele também se pode apaixonar, pode-se emocionar e pode sentir-se mal, como eu. Todos estes sentimentos vêm ao de cima quando estamos em casa.
TOM: As duas únicas vezes que chorei o Bill estava ao meu lado.
BRAVO: Dizem o que significam um para o outro?
BILL: Claro, muitas vezes e também nos abraçamos. Mas na verdade não o necessitamos, sabemos bem o que significamos um para o outro.
BRAVO: O que fariam um pelo outro?
BILL: Tudo. Simplesmente tudo. Morríamos um pelo outro.
BRAVO: Na vossa canção “Spring Nicht” o Bill canta sobre alguém que não quer viver mais. Tom, o que você faria se acontecesse realmente isso ao Bill?
BILL: Se um de nós já não quisesse viver mais, o outro também não ia querer.
TOM: Quando o Bill está mal, eu também estou. Mas naturalmente faria tudo o possível para salvar o Bill se um tivesse que ser, então seria eu.
BILL: Uma vez estava no hospital. As amêndoas caíram-me mal. Quando acordei da narcose, o Tom já estava ao lado da minha cama. Todos os dias ele estava ali e dormia ali. Eu só queria ver o meu irmão. Mais ninguém me pode ajudar nestas situações.
BRAVO: Mais tarde vão viver juntos?
BILL: Sim, não o poderíamos imaginar de outra maneira. Só em casas pegadas ou em casas que estão conectadas por uma porta.
BRAVO: Não ficam ciumentos quando um de vocês tem namorada?
BILL: Nada, nós permitimos quando estamos apaixonados. Quando o Tom está com uma rapariga, aceito-a não importa o que pense dela.
TOM: A confiança numa rapariga também é muito diferente da nossa. Não posso imaginar confiar numa rapariga como confio no Bill. Também passaria menos tempo com o Bill se tivesse namorada. Teria de aceitar isso.
BRAVO: E se essa rapariga te dissesse: “Ou eu ou o teu irmão”?!
BILL: Se ela tivesse algo contra o meu irmão não poderia apaixonar-me por ela. Não permito que ninguém se meta entre nós os dois.
BRAVO: Poderiam gostar de uma Pessoa tal como gostam um do outro?
BILL: Naturalmente gostamos muito dos nossos pais. Mas não podemos estar tão unidos com alguém como estamos um com o outro. Conhecemo-nos desde que estávamos na barriga da nossa mãe! Ninguém pode conhecer tão bem alguém…


Nenhum comentário:
Postar um comentário